Blog FALE CONOSCO
20 Jul 2020, Adriano Morais, Research Economist

Impacto do COVID-19 no sistema de saúde e a resposta fiscal brasileira

Os primeiros casos de COVID-19 no Brasil foram registrados no final de fevereiro. A partir de meados de mar?o, o número de infec??es cresceu mais rapidamente e os estados mais populosos adotaram medidas  de distanciamento social, como suspender eventos sociais e culturais, fechar lojas de artigos n?o-essenciais  e shopping centers, diminuir a capacidade de bares e restaurantes para um máximo de 30%.

Muitas empresas nas áreas urbanas adotaram medidas voluntárias de quarentena, o trabalho remoto no setor de servi?os aumentou e algumas fábricas suspenderam suas opera??es. O turismo também foi afetado, pois o governo federal proibiu turistas estrangeiros de entrar no país no final de mar?o, estendendo a medida que no come?o incluía somente os cidad?os do leste asiático, de países europeus e da Austrália, para outros países.

Para lidar com o impacto potencial no sistema de saúde, o governo federal alocou recursos adicionais para aumentar os testes e fornecer melhores cuidados aos pacientes com COVID-19.  

Além disso, as autoridades também anunciaram medidas econ?micas para apoiar famílias, empresas e governos locais. Prevê-se que o pacote de assistência econ?mica e de saúde atinja 7,7% do PIB em 2020. Também vai gerar um déficit or?amentário primário de cerca de 9,9% do PIB, bem acima da meta de 1,7% do PIB, que o governo teve que desistir para lidar com a pandemia.

Como consequência, a dívida bruta das administra??es públicas, que atingiu um recorde de 79,7% do PIB em abril, poderá ultrapassar 93% do PIB em 2020.

 

Fonte original: CEIC Insights
PORTUGUêS

RELATED ARTICLES

午夜免费啪视频观看视频_春日野结衣_欧美av电影